quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Blog da Maria: Desafio da Semana: Perder 4,5kg

Blog da Maria: Desafio da Semana: Perder 4,5kg: "Quem me conhece sabe que detesto dietas ''loucas'' ou ''milagrosas''. Sempre fui adepta da boa alimentação, saudável, equilibrada, preferenc..."

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Blog da Maria: Diário de Bordo - São Paulo

Blog da Maria: Diário de Bordo - São Paulo: "Ir a São Paulo é louco e mágico. A Paulicéia é desvairada e o trânsito continua cada vez mais caótico. Tempo é dinheiro. E as pessoas estão ..."

Blog da Maria: Infográfico by IlustreBob - Adorei!

Blog da Maria: Infográfico by IlustreBob - Adorei!: "1. 2. 3. Veja o panfleto num tamanho maior! 4. Via @IlustreBOB"

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Blog da Maria: Respostas e Perguntas

Blog da Maria: Respostas e Perguntas: "Cansei de ter respostas prontas. Agora me dou ao luxo de fazer perguntas."

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Blog da Maria: O Poderoso Chefão: Receita Inesquecível num Clássi...

Blog da Maria: O Poderoso Chefão: Receita Inesquecível num Clássi...: "''Um homem que não se dedica a familia nunca será um homem de verdade''.( O Poderoso Chefão, parte I, 1972) The Godfather (no original) se ..."

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Blog da Maria: Diário de Bordo - Lisboa II

Blog da Maria: Diário de Bordo - Lisboa II: "A viagem a Lisboa foi uma pausa na vida. Embora tenha ido a trabalho para A Coruña (é assim mesmo que se escreve em galego) e tenha tido uma..."

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Blog da Maria: Há Muitas Marias em Mim

Blog da Maria: Há Muitas Marias em Mim: } Há muitas Marias em mim: Maria das Graças, Maria Das DoresMaria Aparecida, Maria AuxiliadoraMaria-MariaMari..."

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Blog da Maria: Feitiço da Lua

Blog da Maria: Feitiço da Lua: "No final dos 80 tive a oportunidade de ver Cher no cinema protagonizando um triangulo amoroso com Nicolas Cage e Vincent Gardenia. Era Feiti..."

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Blog da Maria: Morre aos Poucos

Blog da Maria: Morre aos Poucos: "Hoje mais um pedaço de ti em mim morreu. Morreu um pouco do abraço, um pouco do beijo. Morreu um pouco do respeito que tinha em meu peito [g..."

sábado, 9 de outubro de 2010

Blog da Maria: Sonhos

Blog da Maria: Sonhos: "Talvez não haja maior solidão do que a da pessoa que sonha sozinha."

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Blog da Maria: Receitas do Além

Blog da Maria: Receitas do Além: "Acontece comigo algo curioso quando vou a Porto Alegre, bah! Acordo no meio da noite com alguma receita diferente na cabeça. Este ano fui du..."

Blog da Maria: Cartas de Anita Lopes

Blog da Maria: Cartas de Anita Lopes: "Decidi durante as férias que 2010 será o ano de realizar sonhos. Comecei bem, fazendo mudanças necessárias e deslocamentos importantes. Re..."

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Blog da Maria: Bastardos Inglórios - Eleições 2010BR

Blog da Maria: Bastardos Inglórios - Eleições 2010BR: "''Os Nazis conquistaram a Europa com mortes, torturas, intimidação e terror. É exatamente isso que faremos com eles''. (Aldo Raine, in Basta..."

Blog da Maria: O Fio - Carta a Caio Marques

Blog da Maria: O Fio - Carta a Caio Marques: "Caio, Todo o silêncio e a distância alimentados durante os últimos meses ajudaram a ver o quão difícil seria retomarmos o que tínhamos. A ..."

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Blog da Maria: Maria Rita Kehl e a Era das Possibilidades

Blog da Maria: Maria Rita Kehl e a Era das Possibilidades: "Vinculo abaixo, o artigo de Maria Rita Kehl, publicado no Estadão e que colocou a moça de joelhos no milho, virada para a parede, lamentavel..."

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Blog da Maria: Deus e o Diabo na Terra do Sol - Eleições 2010BR

Blog da Maria: Deus e o Diabo na Terra do Sol - Eleições 2010BR: "Enquanto Dilma ia às igrejas católica e às evangélicas para esclarecer que 'não, não era a favor do aborto', Marina Silva, a ''Davizinha'', ..."

sábado, 2 de outubro de 2010

Blog da Maria: Funcho

Blog da Maria: Funcho: "Descobri o funcho como alimento recentemente. Tive um estreito contato com ele quando a Bella nasceu. Naquela ocasião havia uma surto em Bra..."

domingo, 6 de abril de 2008

Síndrome do Fantástico... despedida...

“Tchau!
Já deu minha hora e eu não posso ficar...”
(Lenine)

Essa semana, nossa companheira de ArcaMundo despediu-se...
Nos trouxe a história do ArcaMundo, a idéia e o caminho percorrido neste blog.
Aqui, conheci as idéias de Maria Cláudia, com seu olhar crítico sobre o mundo e seu olhar poético sobre a vida. E de Maria Clara, em pequenas e belas manifestações profundamente literárias... Uma lição de poesia e sensibilidade.
Aqui fiz meu encontro com pessoas que a muito não vejo, não escuto. E o fiz de uma maneira maravilhosa, pois pude relatar minhas pequenas idéias, minhas paixões, minhas canções, falar de minha terra, de meu pai, de meu avô. Pude relatar e comentar notícias e fatos.
Mas, eu vim a convite e, ao me deparar com a despedida de Maria Cláudia, entendi que também era momento de despedir-me.
Meus convites se seguirão para outro espaço que, despretensiosamente, batizei de “O Universal Circo Crítico”. As idéias mais globais possíveis, no sentido mais próximo do “pense globalmente, atue localmente”... O Circo, um espaço absolutamente completo, emocionante. O olhar crítico e com sentimentos sobre o universal... Essa é a idéia.
Mas não poderia me despedir sem reconhecer e parabenizar este espaço, as pessoas que aqui passaram, as idéias que admiramos.
Espero, sinceramente, continuar visitando as idéias de meus parceiros de ArcaMundo e, mais ainda, que elas realmente sigam firmes e belas.
Se o ArcaMundo está encerrando suas atividades, não se encerram as idéias... Elas não se apagarão, pois ocuparam nossas mentes e nossos corações.
E, por isso mesmo, não posso me despedir sem continuar desejando: Vida Longa!

A partir desta semana, terei uma nova etapa neste recente aprendizado: http://www.ouniversalcircocritoco.blogspot.com/.
Espero continuar encontrando vocês por lá.

Vida Longa!


Marcelo “Russo” Ferreira

segunda-feira, 31 de março de 2008

Começo, Meio e Fim

A vida tem sons
Que pra gente ouvir
Precisa entender
Que um amor de verdade
É feito canção,
Qualquer coisa assim,
Que tem seu começo,
Seu meio e seu fim...


(Tavito - Ney Azambuja - Paulo Sérgio Valle)


...Essa relação chegou ao fim. Não foi meu amor pela escrita e pelos escritos, também não foi meu amor pelos companheiros do caminho maravilhoso que se iniciou em 2006, na cidade de Goiânia, mas sim esse pedaço da minha estória - ArcaMundo chegou a termo para mim.


Assim como partiu Camila, para a construção de uma nova etapa de vida na Alemanha, agora parto eu, que mesmo já não morando mais em Goiânia seguia contribuindo para a Arca - como carinhosamente a chamávamos.


Arcamundo foi a experiência mais importante dos últimos tempos. Graças a Parrode e Camila tive finalmente coragem de me expor e expor meus escritos. Aqui discorri sobre temas diversos, notadamente aqueles ligados aos sentimentos e à forma de ver e sentir o mundo.

Esse lócus compartilhei anseios, dúvidas, medos e afetos. Aqui tornei público, gritei para o mundo muitas das minhas dores, forjando uma naturalidade, muitas vezes mais desejada que sentida.

Aqui disse, em linhas gerais, como vejo - ou via - o mundo. E de tanto mostrar a todos meu mundo, precisei olhá-lo com mais vagar e atenção.

Assim foi que me recolhi numa casinha no campo, alugada e decorada especialmente para me propiciar mais e mais momentos de contato com meus sentimentos, minha história e meus escritos.

Embora esteja imersa em meu próprio mundo há meses, não tenho compartilhado nem aqui, nem em qualquer outro espaço esse processo. Desculpem, esse foi um tempo e um espaço só meus.

Eis-me aqui. Cabeça erguida, pronta para mais um caminhar, pronta para uma nova estrada. Não há como seguir por Arcamundo sem ficar com um gosto de comidinha requentada. Preciso novos ares, sobretudo de um novo espaço. Agora, preciso de um espaço que eu possa chamar de meu.

Nada contra os ideais socialistas, nenhuma apologia ao individualismo da sociedade consumista. Apenas um sinal inequívoco de que há tempo para o coletivo, e tempo para o individual. Este é, para mim, momento de individualizar o espaço e assim poder melhor compartilhar sentimentos, valores e pensamentos.

E nesse tempo, em que tenho trabalhado cada dia mais fortemente pelo coletivo, pelo social, nada melhor que ter um pequeno sítio, local de cultuvo da subsistência para plantar meus amigos, meus livros, meus discos, meus filmes e nada mais.

Foi bom estar com vocês e receber contribuições, sugestões e críticas. Foi bom debater e aprender semanalmente um pouco de cada um. Parto de Arcamundo diretamente para o Blog da Maria (http://blogdamariaclaudia.blogspot.com). Aguardo vocês por lá!



Maria Cláudia Cabral

domingo, 23 de março de 2008

“Síndrome do Fantástico”... O sanfoneiro...

“Quando olhei a terra ardendo
quá fogueira de São João...”
Luiz Gonzaga

Dia destes, estava eu andando entre dois centros comerciais de Brasília. O CONIC (que é uma espécie de shopping com escritórios, onde concentram-se centrais sindicais e partidárias – do campo de esquerda, em sua maioria) e o Conjunto Nacional (que tem mais cara de shopping, com lojas, cinema, praça de alimentação e, também, uma série de escritórios de serviços – médicos, odontológicos, cabeleireiros entre outros), separados pelo viaduto que passa “por cima” do Eixo Monumental de Brasília (que leva à e da Explanada dos Ministérios e Praça dos Três Poderes).
Na verdade, estava pesquisando preços de violão, haja vista o meu não ter agüentado o clima seco de Brasília e não ter mais salvação...
Passei em algumas lojas no CONIC, levantei preços, testei um aqui, outro ali e, depois de ter anotado os preços e seus estabelecimentos, resolvi almoçar no Conjunto Nacional. Seguindo pela calçada, à minha esquerda, lá estava aquele senhor, tocando sua sanfona (ou acordeom – realmente, sei que existe, mas não sei a diferença), acompanhado de sua esposa... pelo menos parecia se tratar de sua esposa.
Era uma quarta-feira, e um sol de 11:30 da manhã, escaldante, vertical, imperdoável. Quem caminhava naquele calçadão, sentia a sua força e imponência. Lá estava aquele senhor, tocando sua sanfona, com sua esposa segurando uma grande sombrinha sobre eles e, à frente, um pequeno banquinho de madeira com uma velha e desgastada vasilha de plástico azul e algumas poucas moedas, quase vazia.
Ao ver aquela cena, de longe, diminui o passo. Inicialmente, o fiz para escutar melhor o som que saia daquela sanfona. A seguir, a manutenção do passo lento foi para observar às pessoas que passavam e, lamentavelmente, não escutavam o som daquela sanfona... afinado... leve... firme... claro... limpo. Escutava um “xóte” que, uma pena, não reconheci. Mas sei que era um xote...
Segui meus passos e fui almoçar... Enquanto fazia meu prato e pagava, ficava construindo a minha pequeno-burguesa decisão: “Na volta, vou deixar um trocado”. Isso, enquanto almoçava uma refeição que me custou (Ave! Brasília!) cerca de R$ 20,00.
O que mais fiquei imaginando daquela cena foi a eminente possibilidade de aquele casal ter se conhecido por conta daquela sanfona. Fiquei imaginando aquele casal, surrado pela idade, se conhecendo há anos atrás, em um pequeno salão de festa comunitária, regada a um forró bem tocado pelo mais singelo e perfeito trio que o representa: zabumba, triângulo e a histórica e sempre necessária sanfona. Fiquei imaginando aquele senhor, jovem, imponente, sorridente, levando, com maestria, sua sanfona, com o perfeito acompanhamento de seus parceiros inseparáveis. Fiquei imaginando se aquela sanfona não foi imprescindível na tímida e verdadeira aproximação daquele senhor e daquela senhora que, naquele dia, entre o Conjunto Nacional e o CONIC, às 11:30 da manhã, procuravam juntar alguns trocados para, talvez, garantir a refeição do dia... E eu almoçando o equivalente à R$ 20,00...
Ao terminar minha refeição, separei uma nota de R$ 50,00. Segui de volta ao CONIC, pois já havia feito a comparação dos preços do violão (sim, voltei, em princípio, por isso) e, ao passar pelo casal – que ainda estava lá, no mesmo local – me aproximei daquela senhora, colocando a nota diretamente nas suas mãos.
“Deus o abençoe, meu filho”.
Segui, fechei o negócio e voltei ao Conjunto Nacional, para buscar meu carro e seguir caminho. Lá estava o casal... e o sanfoneiro ainda tocava.
Todos nós, com absoluta certeza, encontramos sanfoneiros em nossos caminhos... Não sei se me orgulho dos R$ 50,00 que deixei nas mãos daquela senhora... Não sei se me orgulho de relatar essa história no Arcamundo... Não sei... Realmente, hoje, no arcamundo, eu não sei...
Mas o som da bela sanfona, o sorriso daquela senhora, o meu almoço, o violão que comprei, o conjunto e o resultado desta obra toda, ainda assim, não era mais belo que o som afinado, leve, firme, claro e limpo daquela sanfona.
E, do outro lado da rua, o som alto invadia o ambiente: “Creu!”

Vida Longa...

Obs.: A história é real, aconteceu... Mas, se fores usar algumas das palavras aqui apresentadas, não deixei de lembrar destas minhas reflexões e de minha autoria.